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Chuva em SP é a mesma de sempre e, infelizmente, os desgovernos tucanos também…

Programa "Alaga Zona Leste", em janeiro de 2011

 

O G1 informa hoje (clique aqui) que a média de chuvas de janeiro/2012 é apenas 3% superior à média de janeiro/2011.

Que provavelmente esteve na média dos últimos cinquenta anos.

O que significa que a grande quantidade de alagamentos e os enormes prejuízos causados aos que circulam na capital e imediações só tem uma explicação: desgoverno!

Entra ano, sai ano, entra lago, sai lago e os investimentos dos seguidos desgovernos do PSDB (Covas, Alckmin, Serra e, novamente, Alckmin ou Mauckmin) são ínfimos, para não dizer que não existem.

Trata-se do Programa “Alaga São Paulo”, um dos principais dos desgovernos Serra e Mauckmin.

A imprensa, no entanto, que é tão crítica e rígida com o governo federal é incapaz de realizar a mínima crítica aos seguidos governos tucanos.

Toda vez que tem grandes alagamentos em São Paulo, para a imprensa, a culpa é da chuva que, coitada, apenas cumpre o seu papel, que é… chover!

Até a minha neta de cinco anos sabe que o papel da chuva é chover e que o papel dos governos é garantir que ela escoe normalmente, para lagoas, rios e para o mar – além de se infiltrar no solo – sem formar alagamentos.

Para tanto, precisa gastar dinheiro nisso, em vez de obras desnecessárias como o alargamento do Rio Tietê.

 
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Publicado por em 28 28UTC janeiro 28UTC 2012 em Uncategorized

 

Desgoverno Mauckmin tem novo recorde: PMs paulistas mataram 20% dos assassinados em 2011

 

Desgoverno Mauckmin praticando "Tiro aos Pobres"

 

O desgoverno Mauckmin mostrou ao que veio, em 2011, estimulando a PM a ser mais violenta do que já é normalmente e sendo complacente com os crimes cometidos por policiais militares em serviço.

Trata-se de outro importante programa de desgoverno, o futuramente famoso “Tiro aos Pobres”

Não é este humilde blog quem afirma isso, mas matéria da Folha de São Paulo, publicada hoje (27/1/12).

O título já diz tudo: Um em cada 5 mortos em São Paulo é vítima de PM

As 290 mortes cometidas por PMs são casos de “resistência seguida de morte” (229) e homicídios dolosos fora do trabalho (61).

Essa é a maior média de mortos por PMs desde 2005, proporcionalmente ao total de pessoas mortas na cidade.

Agora entendemos as ações da Cracolândia, da USP e de Pinheirinho. Ou não?

Em São Paulo entidades de Direitos Humanos reclamam que a polícia criou uma figura jurídica que não existe no Código Penal para registrar crimes contra a vida.

É a expressão “resistência seguida de morte” , usada pela polícia para justificar os homicídios.

Dificilmente esses casos são investigados e os inquéritos costumam ser arquivados.

E o arcebispo de São Paulo, não fala nada sobre isso?

Saudades do Cardeal Dom Paulo Evaristo Arns…

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Publicado por em 27 27UTC janeiro 27UTC 2012 em Uncategorized

 

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FHC decreta o fim de Serra

Blog do Nassif, qui, 26/01/2012 – 08:00

Coluna Econômica – 26/01/2012

Na segunda-feira, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso concedeu uma entrevista ao blog do The Economist. Na terça-feira a entrevista foi reproduzida pelos principais jornais.

Nela, FHC rompe com limitações emocionais, reconcilia-se com sua biografia e ajuda a salvar o que resta do PSDB: rompe politicamente com José Serra, através de um diagnóstico duro:

  • O PSDB perdeu as eleições de 2010 devido a erros primários na campanha.
  • Esses erros foram de responsabilidade exclusiva de José Serra, por seu individualismo, arrogância e pelos conflitos que criou dentro do próprio partido.
  • Aécio Neves é o candidato natural do PSDB nas próximas eleições.  Serra não tem possibilidade de vitória.

A terça-feira foi dos piores dias da vida de Serra. Contrariando seus hábitos – de dormir tarde e levantar tarde – antes das 7 da manhã estava no Twitter – o sistema de mensagens curtas da Internet. Mandou uma mensagem insossa: “É a primeira vez que entro para dizer BOM DIA A TODOS”.  Alguns minutos depois, outra mensagem, desta vez com críticas ao governo Dilma. Depois sumiu, contrariando seu padrão de atuação.

Ontem à tarde houve evento na prefeitura de São Paulo. No palco principal, o prefeito Gilberto Kassab, a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente FHC em demonstrações explícitas de civilidade política. Serra, na plateia, passando despercebido.

É preciso entender melhor as relações históricas entre FHC e Serra para avaliar o peso das declarações de FHC.

Ambos conviveram no exílio. FHC sempre foi um bom conhecedor de pessoas e considerava Serra por demais voluntarista, personalista, autoritário e arrogante. Foi esse o motivo para quase tê-lo deixado de fora na montagem do seu ministério, em dezembro de 1994.

Por outro lado, Serra tornou-se muito próximo a dona Ruth, quase um filho problemático sendo orientado por ela. Essa aproximação logrou quebrar resistências de FHC que se tornou o grande avalista de Serra, o único aliás.

Foi graças a esse apoio que, depois de perder as eleições para prefeito de São Paulo, Serra foi nomeado Ministro da Saúde, depois de uma atuação medíocre como Ministro do Planejamento. Na Saúde, ganhou cacife político com uma gestão corajosa.

A fraqueza emocional de FHC – bancando a candidatura de Serra – foi fatal para o PSDB e quase fatal para o país. Tivesse sido eleito, em lugar de uma reunião política civilizada – como a que ocorreu ontem na prefeitura de São Paulo – ter-se-ia um país em pé de guerra.

Vários fatos contribuíram para que FHC revisse definitivamente seu julgamento sobre Serra.

A gota d’água foi o livro de Amaury Ribeiro Jr., “A Privataria Tucana” – um nome inadequado para um livro que revela sinais de corrupção especificamente em Serra, não no partido.

A primeira reação de FHC foi vir a público deblaterar contra o livro, que comparou ao famoso “Dossiê Cayman” – uma patacoada criada por partidários de Paulo Maluf com acusações inverossímeis contra FHC, Covas, Motta e o próprio Serra.

Depois, leu o livro. Informações que circularam semanas atrás davam conta de que ficou escandalizado com o que leu.

Agora, o PSDB fica livre para se reconstruir.

Os jornalões e Serra – 1

Na entrevista, FHC unge Aécio Neves como candidato natural do partido e tece elogios ao governador de Pernambuco Eduardo Campos. A grande agonia de Serra foi acompanhar a repercussão nos jornais. Há alguns anos, FHC tornou-se o referencial máximo para os grandes grupos de mídia do eixo Rio-São Paulo. Serra tem boa ascendência, contato com alguns jornalistas influentes, mas o que o segurava era o aval de FHC.

Os jornalões e Serra – 2

No dia seguinte, houve uma tentativa da Folha de minimizar a entrevista, supondo que FHC tivesse desagrado gregos e troianos, serristas e aecistas. Os primeiros (na verdade meia dúzia de tucanos) por desqualificar Serra; os segundos, por expor Aécio, que pretende ficar em segundo plano até ser indicado. O apoio de FHC consolida Aécio no PSDB. Não terá repercussão maior fora da mídia e dos partidos políticos.

A fim da blindagem

Em toda sua vida política, Serra sempre foi protegido por uma blindagem, devido ao seu passado intelectual. Essa blindagem impediu que fosse questionado sobre a mudança do padrão de vida ainda em pleno governo Montoro – no qual ocupou seu primeiro cargo público. Em pouco tempo saiu de um pequeno sobrado na Vila Madalena para um sobrado amplo perto da Praça Panamericana. Aos amigos dizia ter conseguido um aluguel barato.

Os iludidos

Sua atuação de bastidores iludiu não apenas a FHC, mas também Lula, seus colegas na Unicamp, jornalistas, amigos dos tempos de exílio. Nas eleições, algumas de suas características ficaram evidentes, como o uso de dossiês contra adversários – de Aécio a Dilma -, o discurso religioso, destoando de toda sua vida política. Mas ainda havia crença de que não se valeu da influência política para ganhos pessoais.

O livro de Amaury

O livro “A Privataria Tucana” demoliu as últimas defesas de Serra. Pelos documentos apresentados, reconstitui-se sua trajetória nas privatizações. Para fora do governo, fazia um discurso aparentemente crítico à privatização desvariada. Para dentro, era o encarregado da privatização e seu defensor mais acerbo. Tempos atrás, o próprio FHC afirmou que Serra foi o mais radical defensor da privatização da Vale.

Privatização e benefício pessoal

Nem se considere a questão ideológica. A privatização tem um conjunto de méritos assim como uma série de restrições. Daí a importância de ser trabalhada sem dogmatismo. Mas Serra abriu mão de projetos que poderiam tê-la legitimado – como, por exemplo, a privatização com fundos sociais, beneficiando optantes do FGTS, cotistas do FAT. Boicotou a iniciativa. Agora, sabe-se que havia interesses de ordem pessoal em sua posição.

 
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Publicado por em 26 26UTC janeiro 26UTC 2012 em Uncategorized

 

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Massacre em Pinheirinho: mais uma ação do programa “Pau nos Pobres”

Este vídeo mostra uma boa parte da história e da recente ação do desgoverno Mauckmin, expulsando de forma truculenta os seis mil moradores que lá moravam há oito anos.

O prefeito de São José dos Campos disse que não era praça de guerra.

Veja você e confira:

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Publicado por em 24 24UTC janeiro 24UTC 2012 em Uncategorized

 

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A culpa não é da PM, é do Mauckmin!

O Mauckmin está em paz com sua consciência, e você?

 

Uma pessoa poderia promover a regularização da posse ou a remoção das famílias de Pinheirinho de forma pacífica, por ter autoridade para tal: o desgovernador Geraldo Mauckmin.

E para isso poderia contar com a ajuda do governo federal, que tinha interesse em buscar soluções negociadas, já que a área tinha oito anos de ocupação, com famílias instaladas, comércio, igreja e outros equipamentos que caracterizam um bairro.

Entretanto, o Mauckmin, com o apoio da justiça estadual e do imprefeito tucano Cury, de São José dos Campos, estava determinado a expulsar aquelas milhares de pessoas do modo mais rápido possível, para devolver o terreno ao mega-especulador Naji Nahas.

Esse era o objetivo estratégico do desgovernador. Afinal, nenhum programa de governo é mais importante do que o seu “Pau nos Pobres”!

Assim, utilizou o aparato da PM para realizar o seu intento, com a truculência típica da direita quando no poder.

A PM não tem poder sobre o desgovernador. Mesmo que quisesse não poderia desobedecer a ordem superior.

O desgovernador Mauckmin, que não consegue resolver o problema de homicídios e assaltos no Estado de São Paulo é um homem sem coração.

É um homem mau!

Ele é o único responsável por tudo o que aconteceu e agora diz que vai avaliar…

É aquele tipo de carola católico (Opus Dei) que tem coração de pedra, porque coloca a Lei acima do Amor.

Bem, quem classificou esse tipo de pessoa não fui eu, mas um carpinteiro/rabino de Nazaré, chamado Jesus. É só ler com atenção o Novo Testamento.

Carolas direitosos como o desgovernador de SP preferem guardar o sábado (observar a Lei) do que fazer o bem nesse dia. Fato condenado pelo tal carpinteiro/rabino.

Um homem mau, muito mau, esse desgovernador…

O pior é que ele consegue dormir com tranquilidade, após um ato de violência dessa magnitude.

Freud explica?

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Publicado por em 24 24UTC janeiro 24UTC 2012 em Uncategorized

 

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Mauckmin, o anti-Robin Hood: tira dos pobres e dá pros ricos

Mauckmin: desse eu tenho medo...

O desgovernador Alckmin – ou melhor, desgovernador Mauckmin, a partir de agora – consolida a sua carreira política mostrando ao que veio: expulsar os pobres de São Paulo, sonho da elite carcomida e reacionária do estado mais rico da federação.

No melhor estilo anti-Robin Hood, que é o de tirar dos pobres para dar para os ricos.

De preferência utilizando todo a força do aparato repressivo das Polícias Militar e Civil.

Está sendo assim em Pinheirinho, São José dos Campos: tirou a moradia e o local de convivência de seis mil pessoas para dar a um único rico, o Naji Nahas.

Na verdade, temos que ser honestos, esse também foi o plano de Serra e de Kassab, durante suas passagens pela prefeitura de São Paulo e pelo governo do estado.

Faz parte da sanha elitista demo-tucana, felizmente apeada do poder no meu Planalto Central.

Aqui, neste modesto blog, temos mostrado os diversos programas de ação dos desgovernos Alckmin, Serra e Kassab com essa finalidade. Clique nas tags abaixo para acessar os respectivos posts:

Pau nos Pobres

Arrasando São Paulo

Desaba São Paulo

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Publicado por em 24 24UTC janeiro 24UTC 2012 em Uncategorized

 

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Até a OAB do Ophir criticou a ação da PM do desgoverno Alckmin!

PM fazendo carinho num rapaz em Pinheirinho (Foto: Nilton Cardin/Sigmapress/AE

Até o “alckimista” Ophir Cavalcante, presidente nacional da OAB, considerou ilegal e desrespeitosa com os moradores a ação da PM do Desgoverno Alckmin, em Pinheirinho, São José dos Campos.

Veja abaixo a matéria extraída do site da OAB

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, condenou a violência policial neste domingo (22) durante operação de reintegração de posse de uma área na região de Pinheirinho, em São José dos Campos (SP). Após um dia de intensos confrontos com moradores da comunidade, a Polícia Militar divulgou a retirada de cerca de 1.600 famílias que moravam irregularmente em um terreno privado. A ação terminou com 16 presos e uma pessoa ferida, segundo informações do jornal Folha de S. Paulo.

Procurado pela reportagem do jornal, Ophir declarou que a violência teria sido evitada se o processo fosse suspenso e aguardasse uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). “Independente de respeito ou desrespeito às decisões judiciais, é preciso respeitar os milhares de moradores do local. O governo de São Paulo tem uma boa Procuradoria, que poderia ter orientado a PM neste caso”, disse Ophir Cavalcante.

De acordo com o jornal, ao longo da semana um imbróglio entre diferentes esferas do Judiciário fez o caso ser transferido diversas vezes entre a Justiça Federal e Estadual. Esta última foi a que concedeu para os proprietários a ordem de reintegração de posse.

“É um processo antigo, esperar mais dez ou 15 dias não teria problema. As pessoas desabrigadas ficaram em completo abandono, é uma questão de humanidade”, acrescentou Ophir. Ocupando uma área de cerca de 1,3 milhão de metros quadrados, a invasão Pinheirinho ocorreu há oito anos. Nos últimos dias, o clima no local tem sido de tensão. A área, onde vivem cerca de 6.000 pessoas, é alvo de uma disputa entre os invasores e a massa falida de uma empresa, proprietária do terreno.

A prefeitura da cidade confirmou que houve um ferido por tiro. Atendido no pronto socorro, a vítima passou por cirurgia e a condição de saúde é estável.

(Do site da OAB – Ordem dos Advogados do Brasil)

 
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Publicado por em 23 23UTC janeiro 23UTC 2012 em Uncategorized

 

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Ato de Solidariedade ao povo de Pinheirinho, amanhã (23), no Rio

Amanhã (23/01) com concentração a partir de 16h no Largo da Carioca
(Copiado do #RioBlogProg)

 

Uma catástrofe humanitária, assolando a vida de cerca de 6 mil pessoas. Com direito ao descumprimento de ordem federal pelo governo do estado de SP, o que fere o pacto federativo. Não fique inerte à essa agressão aos direitos humanos, participe!

Texto divulgado a partir do convite no Facebook:

http://www.facebook.com/events/347205418642922/
Apesar da mídia estar boicotando em nosso estado a reintegração de posse do terreno que há mais de 8 anos está ocupado por quase 2000 famílias, quase 10 mil pessoas que não tinham onde morar. O terreno é propriedade do mega-empresário Naji Nahas, já acusado de lavagem de dinheiro e outras barbaridades.

A prefeitura de SJC e o governo do estado de SP de maneira truculenta mandou a PM invadir neste domingo a partir das 6h da manhã, contrariando uma decisão da justiça federal que impedia a reintegração de posse. Já são 16 presos, dentre eles Toninho o advogado dos moradores, e há boatos de mortes, ainda nãoconfirmadas.

Chamamos a todos para protestar aqui no RJ e pressionar por todos os lados os governos e a justiça do nosso país a pararem já com o massacre que está ocorrendo em SJC, e exigindo a regularização imediata do bairro do Pinheirinho.

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TODAS AS ENTIDADES, PARTIDOS, ORGANIZAÇÕES, TRABALHADORES E JOVENS ESTÃO CONVIDADOS PARA A REUNIÃO DE ORGANIZAÇÃO DO ATO AMANHÃ ÀS 9H NA CSP-CONLUTAS, CINELÂNDIA, RUA EVARISTO DA VEIGA, NÚMERO 16, COBERTURA.

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Publicado por em 23 23UTC janeiro 23UTC 2012 em Uncategorized

 

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Naji Nahas 1 x 0 Povo

Seis mil moradores perderam o jogo para o mega-especulador (Foto: G1)

 

A chamada “reintegração de posse” de um terreno ocupado por seis mil pessoas, em Pinheirinho, São José dos Campos, coloca a nu a política social do desgoverno Alckmin.

Qualquer governante não comprometido com as elites paulistas insistiria numa saída negociada, em conjunto com o governo federal, pelas mãos do Gilberto Carvalho.

Qualquer governante de centro-esquerda promoveria a desapropriação daquela área por interesse público e regularizaria a situação dessas seis mil pessoas que lá moravam, até ontem, quando foram expulsas de forma truculenta, contrariando a decisão da justiça federal.

Que requisitos tem um mega-especulador como Naji Nahas para que seus interesses se sobreponham aos interesses de seis mil pessoas de baixa renda?

Será ele um dos principais contribuintes das campanhas do PSDB em São Paulo e no Brasil?

Será que o placard vai ficar assim mesmo, 1 x 0 para o Nahas?

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Publicado por em 23 23UTC janeiro 23UTC 2012 em Uncategorized

 

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Programa “Pau nos Pobres” comemora resultados do domingo (22/1/12)

Mulheres choram na região do Pinheirinho (Foto: Roosevelt Cassio/Reuters)

Após muita violência e lambanças de todo jeito, o programa “Pau nos Pobres”, um dos principais do desgoverno Alckmin, comemora os seguintes resultados alcançados, neste domingo (22/1/12), em Pinheirinho (São José dos Campos):

. Reintegração de posse para o Sr. especulador Naji Nahas (aquele!)

. Retirados sete mil moradores da área “reintegrada ao Nahas”

. 18 pessoas presas

. 8 carros incendiados

. dois galpões, improvisados e com chão de terra batida, onde muitos desses moradores foram acomodados sem colchões, cobertores e estrutura de banheiros para a higiene.

Segundo o G1, o efetivo da polícia na ação foi de 2 mil homens, recrutados de cidades vizinhas e de São Paulo. Cerca de 220 veículos, um carro blindado e dois helicópteros Águia, além de 40 cães e 100 cavalos, também participaram da operação. Segundo o capitão Baraldo, os policiais irão permanecer na região até segunda-feira (23), fazendo a segurança, para evitar uma possível nova invasão.

Enquanto isso, o PCC deita e rola…

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Publicado por em 22 22UTC janeiro 22UTC 2012 em Uncategorized

 

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